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FEIRA DOS SANTOS

Flavienses mostraram o que de melhor têm para oferecer

As ruas de Chaves receberam mais uma enchente de pessoas naquela que é considerada a maior e mais antiga feira de Trás-os-Montes, entre os dias 30 de outubro e 1 de novembro.


A Feira dos Santos é conhecida a nível nacional, e nestes dias a cidade foi visitada por milhares de pessoas vindos dos quatro cantos do país e da vizinha Espanha. O frio e a chuva também marcaram presença e isso acabou por contribuir para um ambiente mais característico.

O novo presidente da Associação Empresarial do Alto Tâmega (ACISAT), Vítor Pimentel, que ocupa o cargo há menos de dois meses, adiantou que “temos novas ideias para esta feira, mas em 40 dias isso não foi possível. Como tal, demos continuidade ao projeto que vigorava, mantivemos toda a tradição, os produtos e a organização”, referiu, acrescentando que nas próximas edições poderá haver surpresas.

“Acreditamos que é possível fazer uma reestruturação da feira sem que ela perca identidade. Queremos criar dinamismo e criar uma mostra do melhor que se faz em Chaves e no Alto Tâmega”. 

Para que as alterações de melhoramento sejam levadas a cabo, Vítor Pimentel desvendou que vai “ouvir toda a gente, todos os membros integrantes, de forma a perceber o sentimento deles”, para que depois se possa inovar.  

Para o presidente da câmara municipal de Chaves, Nuno Vaz, este certame é um ex-libris do concelho e uma ótima oportunidade para os visitantes descobrirem a região. Como tal, houve abertura por parte da organização para que o tempo de feira passasse de três para seis dias, mas acabou por não ser levada avante. “A Feira dos Santos tem que ser inevitavelmente nos dias 30, 31 e 1 de novembro porque essa é a data que faz parte da tradição. Então a questão que se colocou foi prolongá-la, passando para uma semana intensa de atividade, porém, pela avaliação que foi feita, a maior parte dos comerciantes não se mostra a favor”, revelou o autarca. 

O certame foi organizado em parceria entre a ACISAT e o município de Chaves, e de ambas as partes o sentimento é comum: “queremos que a feira seja uma mostra do que de bom que faz na região e queremos que esta seja um chamariz para Chaves e para o Alto Tâmega durante todo o ano”.

Abertos ao público estiveram mais de 500 expositores, oriundos de vários pontos do país, onde foram expostos vários artigos, desde roupa, calçado, fumeiro, vinhos, doces, as tradicionais farturas, entre outros.

Os visitantes também foram presenteados com um conjunto alargado de atividades, como os concursos nacionais de Pecuário, suínos e Ovinos, bem como as tradicionais arruadas e o Festival de Folclore.

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