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As mulheres do meu diário estão de volta ao palco

“Com os santos, então hei de eu estar aqui duas horas”, declara Sílvia Miranda, entretendo as colegas com a história de um minhoto, imitando a pronúncia dessa região. Em outra sala, as restantes mulheres do grupo de teatro fazem rodopiar os vestidos, enquanto outras acompanham o movimento, dançando e cantando. Já tudo serve para afastar o nervosismo e esquecer que falta pouco para a estreia. “As mulheres do meu diário 2: a revelação” sobe ao palco na sala de espetáculo de Vila Flor dentro de momentos.


Antes do pano subir, ainda há tempo para ajustar as perucas com ganchos umas às outras, dar umas últimas dicas, apertaram-se as mãos em gestos de reconforto. Desta vez são 24 trasmontanas, entre 26 e 77 anos, que vão subir ao palco. Para algumas, como Mónica Cabral, é a primeira vez. Receosa, a caçula do grupo diz que o mundo dela é a dança,

 

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