Barroso da Fonte

Nunca tantos pais mataram os próprios filhos

Em apenas 18 anos deste século XXI Portugal já registou 26 crimes hediondos.


E o primeiro ministro dança que se farta, cantando e rindo, como se nada fosse consigo. Vai ao programa da Cristina, na SIC e mistura-se com miscelânea do «dia da mulher», entre lésbicas e gays, num redemoinho bacoco com as eufóricas damas partidárias do fandango histérico daquelas que estão afreguesadas à mesa do orçamento geral do Estado e não só. O mais recente caso da mãe que se incendiou no carro com a filha de dez anos, terá sido motivado pelo desemprego do casal. A este desespero só esta mãe não resistiu, mas muitas, mesmo muitas, mães o sentem, anos a fio, em Portugal, onde os líderes políticos roubam aos milhões, aquilo que, repartido por todos, evitaria as depressões, a falta de esperança e o medo de viver. É este o maior drama dos portugueses. Ao lado de uns que se valem do poder político para pilharem o que é de todos, há alguns que não têm nada, nem ninguém que os ajudem. E dizem as estatísticas que os 26 suicídios coletivos, são fruto desta realidade social.

O JN de 9 do corrente menciona mais esta tragédia e ilustra esta triste realidade com mais 25 crimes do mesmo género em: Coimbra, Marco de Canaveses, Valongo, Fundão, Portimão, Porto, Maceda, de novo em Marco de Canaveses, Viseu, Matosinhos, Gaia, Sintra, Castro Marim, Alenquer, Oeiras, Bragança, Lisboa, Oeiras (de novo), Madeira, Oeiras (de novo), Barcelos, Açores, Guarda, Seixal, um em 2018 e outro em 2019).

 Dizem os jornais que a Segurança Social pagou, nos últimos anos, 700 milhões em reformas fraudulentas, a empresas fantasma, a pessoas que já morreram e a outros fictícios que andam por aí disfarçados de espantalhos cor-de-rosa.

O ministro da Segurança Social, espécie de avozinho da Geringonça folgazã, faz dos dinheiros da Segurança Social, outra espécie de celeiro familiar, como se viu com a sua própria sogra, de Santa Eufémia de Prazins e com a Raríssima que, em condições normais, já o teria demitido e posto na cela, ao lado de Armando Vara. Em vez disso o chefe da banda esquerdóide que vai ao programa da Cristina, que dança no festival das mulheres violentadas e que só mantém esse estatuto, graças ao apoio da Catarina e das manas Mortágua, ainda gratifica aquele avozinho, com a promoção da filha, ao cargo de ministra. Ela que construiu um curso na instituição onde o pai era professor.

Todas estas promiscuidades, estes roubos, estas geringonçadas académicas, políticas e sociais, trazem a sociedade Portuguesa pelas ruas da amargura. E quando assim é não há democracia que resista, porque uns comem tudo e outros nada. O exemplo mais descarado viu-se com o PNI, do papagaio Pedro Marques: fez dos muitos milhões dos Fundos Comunitários uma salgalhada para o 20/30. Tudo a sul do Douro. Nada a Trás-os-Montes! Será que os Transmontanos o vão eleger premiando-o por mais este roubo?  

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