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Jorge Pinto de Almeida é o novo provedor da Misericórdia de Chaves

Acabou impasse na Santa Casa da Misericórdia de Chaves com a tomada de posse dos novos órgãos sociais


Os novos órgãos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Chaves, eleitos para o quadriénio 2019-2022 tomaram posse, na semana passada, numa sessão solene que decorreu na Igreja da Misericórdia. O provedor, Jorge Pinto de Almeida, substitui João Miranda Rua, nos destinos da secular instituição apoiado pelos restantes elementos dos três órgãos sociais, designadamente: Mesa da Assembleia Geral, Mesa Administrativa e Conselho Fiscal ou Definitório. 

Depois de realizado o ato litúrgico presidido pelo arcipreste do Alto Tâmega e presidente da Mesa da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de Chaves, padre Hélder Sá, coadjuvado pelo capelão da Igreja da Misericórdia, entre outros sacerdotes, teve lugar o Ato de Posse, onde cada um dos elementos dos três órgãos sociais assumiu o compromisso de honra daquela Irmandade. 

O presidente da Mesa da Assembleia Geral da Misericórdia de Chaves evidenciou o “ato de coragem” na missão que os novos dirigentes da instituição têm pela frente, referindo-se às “circunstâncias difíceis” considerando que “este é um serviço para o qual é preciso muita generosidade, muito sacrifício da parte pessoal e da família” frisou o sacerdote.

Depois de dez anos ao serviço da Cruz Vermelha Portuguesa, delegação de Chaves, Jorge Pinto de Almeida abraça um novo desafio.

Consciente das “dificuldades”, a primeira preocupação, disse, “é a situação financeira”, no entanto, certo de que será encontrado “um quadro estratégico para resolver esses problemas” tranquiliza-o saber que será um caminho conjunto com a autarquia, “estamos certos que o Município de Chaves caminhará ao nosso lado, neste novo ciclo que se inicia”, acrescentou, na sua primeira intervenção como provedor da Santa Casa da Misericórdia de Chaves. 

“A requalificação de equipamentos destinados às várias valências e principalmente recuperar o prestígio da instituição” foram outras necessidades destacadas por Jorge Pinto de Almeida, numa missão que entende “deve envolver todos os Irmãos”, mas não só, o provedor da Misericórdia de Chaves considerando uma tarefa difícil “encontrar pessoas com disponibilidade para servir estas instituições sociais”, apelou ao apoio e envolvimento “dos governantes, da comunidade e ao profissionalismo dos funcionários e colaboradores” perspetivando “um serviço de qualidade e de excelência em prol dos que precisam”, concluiu, deixando uma mensagem de “fé e esperança no futuro”.

             

 

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