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Jovens da fronteira mais resilientes

Um estudo levado a cabo pelo Centro de Investigação e Intervenção Educativa da Faculdade de Psicologia e Ciências da Universidade do Porto, inserido no projeto Grow.Up, concluiu que “os jovens de fronteira são muito resilientes, têm sentimento de pertença muito grande em relação ao país e à Europa, embora tenham algumas desigualdades no acesso à educação, principalmente ao ensino superior”.


A constatação deste facto foi possível depois de um ano de estudos em 38 concelhos fronteiriços, em que os alunos dos 9º e 12º anos foram a amostra inquirida, num total de quatro mil respostas obtidas.
Sofia Marques da Silva, investigadora, explicou que o projeto de investigação se “preocupou em estudar especificamente os jovens de fronteira de Portugal, que coincidem com as regiões do Interior, que têm mais desvantagens

 

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