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Joaquim Teixeira tem mais de 200 grafonolas

Tudo começou em 1972. Joaquim Teixeira havia chegado há pouco tempo, como emigrante, à França, quando viu pela primeira vez uma grafonola. “Foi amor à primeira vista”, explicou.


Decorria uma feira de antiguidades, quando, como uma criança, Joaquim ficou especado diante daquele instrumento desconhecido, encantado e curioso com a sua forma.

Assim que a grafonola começou a trabalhar e a tocar, Joaquim confessou ter mudado a sua vida, tendo nascido naquele preciso momento uma paixão por todo o tipo de som analógico, o que o levou a colecionar, ao longo de 45 anos, mais de 200 grafonolas.

“Quando o instrumento começou a tocar, foi uma alegria imensa,

 

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