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Prisão preventiva para suspeito de ter ateado fogo em Mouçós

Um homem, de 51 anos, detido pela Polícia Judiciária (PJ) fortemente indiciado pela prática do crime de incêndio florestal em Mouçós, concelho de Vila Real, ficou em prisão preventiva, adiantou à Lusa fonte policial.


O suspeito viu ser decretada a medida de coação mais grave e vai ficar a aguardar julgamento em prisão preventiva, após ter sido hoje presente a interrogatório judicial, revelou fonte da Polícia Judiciária de Vila Real.

A identificação e detenção foram levadas a cabo pela Unidade Local de Investigação Criminal da PJ de Vila Real.

O incêndio, ocorrido no dia 23 de agosto, consumiu uma área de cerca de 10 hectares de mancha florestal, constituída, maioritariamente, por mato e povoamento de pinheiro bravo, informou a PJ em comunicado.

“O foco de incêndio colocou em perigo uma vasta mancha florestal, constituída por mato e povoamento de pinheiro bravo, bem como várias habitações, de valor consideravelmente elevado, que apenas não foram consumidas devido à rápida intervenção dos bombeiros e meios aéreos”, acrescentou ainda.

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