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“Questões Fitossanitárias do Castanheiro e da Castanha” estiveram em debate

Dada a importância económica que a castanha tem para o concelho, o município tem seguido uma estratégia proativa no setor e desta feita recebeu mais um seminário, que contou com a presença do secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural.


O presidente da Câmara Municipal de Valpaços, Amílcar Almeida, fez a abertura da sessão, relembrando a estratégia do município no setor primário e mais concretamente no sector da castanha.

Perante um auditório do pavilhão multiusos cheio de profissionais do setor, o edil falou do esforço económico que considera um investimento para que o agricultor tenha todas as condições para continuar a vingar no sector. “Nos últimos anos temos destinado uma fatia importante do nosso orçamento para a prevenção e combate a doenças que têm afectado o castanheiro e estamos dispostos a continuar na linha da frente no que ao apoio ao sector diz respeito”, frisou Amílcar Almeida.

Por seu lado, quem deu por terminado o dia de trabalho foi o secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Nuno Russo, que referiu "é preciso solidificar uma rede de parcerias que nos ajude a reflectir e a decidir sobre as melhores formas de prevenir as emergências fitossanitárias".

Na iniciativa da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, com o apoio do Município de Valpaços, onde participaram vários técnicos de diversos organismos, entidades e associações, Nuno Russo relembrou que este é o Ano Internacional da Sanidade Vegetal: “Como bem sabem, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) apresentou este ano com o objetivo de aumentar a consciencialização mundial sobre a proteção da saúde nas plantas e sobre a sua importancia  na ajuda a erradicar a fome, a reduzir a pobreza, a proteger o ambiente e a impulsionar o desenvolvimento sustentável”.

O Secretário de Estado destacou que, por isso, “este ano merece o total empenho do Ministério da Agricultura. Sob a coordenação da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária e contando com a parceria das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, contando com a colaboração do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, promoveremos uma agenda densa e diversificada, ibérica, essencialmente formativa, mas com uma componente informativa fundamental para enfrentarmos os desafios dos nossos tempos”.

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