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Advogado vila-realense entre os melhores em direito público

O advogado vila-realense, João Quintela Cavaleiro, e toda a equipa da Cavaleiro & Associados foram destacados por um dos mais importantes diretórios internacionais de advogados em todo o mundo, a Chambers & Partners


Os resultados foram publicados recentemente, anunciados diretamente de Londres no diretório https://bit.ly/2ILJwrW. 

Com sede em Londres, o diretório categoriza o trabalho dos advogados a nível internacional, sendo que a classificação depende “da resposta dos clientes, da referência dos restantes advogados e da complexidade dos assuntos e das operações negociais desenvolvidas”.

Numa seleção onde só constam as maiores e mais destacadas sociedades de advogados nacionais, a equipa da Cavaleiro & Associados foi destacada e João Quintela Cavaleiro ficou classificado no top 3 de advogados em direito público.

O diretório destaca a sua experiência em matérias de concursos públicos, concessões, bem como em matérias judiciais, sendo “altamente estimado pelo seu forte dinamismo, capacidade de resposta e abordagem focada nas pretensões do cliente”.

De realçar que, a Cavaleiro & Associados é a única sociedade de advogados que opera na região, fora dos grandes centros a constar no ranking. 

A sociedade ficou “muito satisfeita” com a classificação, referindo que “felizmente estes resultados têm-se repetido ano após ano e são a prova viva de que é possível trabalhar em operações complexas sem ter que se estar só em Lisboa ou no Porto, mas também em Vila Real, Viseu ou Viana do Castelo”, locais onde marcam presença.

Acrescentam ainda que “é um grande motivo de orgulho”, sobretudo porque a classificação depende da escolha dos clientes, da resposta dos colegas e da dificuldade dos assuntos. “Temos que assumir estes reconhecimentos com profunda humildade, sabendo que só aparecerão se continuarmos na busca permanente por mais conhecimento”.

A sociedade não esquece a sua proximidade afetiva à região, sentindo que também a representam. “Por muito mundo que se percorra não há nada como passar o Marão para no sentirmos em casa”.■

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