Luís Carlos T. Monteiro

Empresários desesperam por abertura de discotecas e bares

Não há luz ao fundo do túnel para a reabertura dos espaços de diversão noturna, no entanto, o Governo deverá voltar a avaliar a situação ainda esta semana em Conselho de Ministros


Os bares e discotecas vão continuar às escuras. Os proprietários destes espaços sentem-se abandonados pelo Governo e tentam sobreviver com os seus negócios fechados há mais de três meses.

A VTM esteve à conversa com dois empresários da noite transmontana, que não escondem a exaustão por falta de respostas às suas dúvidas e reivindicações.

Jorge Pessoa, proprietário de vários espaços de diversão noturna em Vila Real, confessa que se sente “abandonado”. “Estou a tentar sobreviver, não tem sido fácil, uma vez que já lá vão mais de três meses”.

Com despesas fixas e com parcos apoios, o empresário admite que tem feito muitos esforços para tentar não desanimar, assim como os funcionários e parceiros. “Tem sido um esforço tremendo de todos, a quem tenho de agradecer”, sublinha, adiantando que este tem sido um dos momentos mais complicados da sua vida. “Psicologicamente estou num dos piores  períodos da minha vida, porque tenho 29 anos de noite, muitos anos passados no BClub”. Alias, até hoje, “passei mais tempo aqui do que em casa. Conheci milhares de pessoas e fiz parte da juventude desta cidade. Fiz e faço parte da noite transmontana e sinto que não me deixam trabalhar”.

“POUCOS APOIOS”

Alguns empresários recorreram ao lay

 

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