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Operadores à conquista da confiança dos clientes

Foi um dos setores mais afetados com a pandemia de Covid-19. As quebras estiveram perto dos 100%. Depois de três meses com a atividade suspensa, hotéis, agências de viagem e empresas de animação turística tomaram todas as providências para ganhar, novamente, a confiança dos clientes 


Quando em março a pandemia de Covid-19 se abateu em Portugal, o Primavera Perfume Hotel, em Vidago, tinha, praticamente, os meses de verão preenchidos com reservas. Com o país em estado de emergência, as reservas foram canceladas, e sem clientes, as unidades hoteleiras, que poderiam continuar abertas, decidiram fechar portas. 

Três meses encerrados, “difíceis de ultrapassar”, em lay-off, com “despesas significativas”, é assim que Rui Branco, proprietário do hotel na vila de Vidago, fala de um período que foi “complicado” gerir. 

Quando junho traz a notícia de que a atividade poderia ser retomada, já Rui Branco tinha providenciado todas as medidas de segurança para poder receber, novamente, hóspedes. 

Com o selo Clean and Safe, o Primavera Perfume Hotel reabriu a 6 de junho, mas apesar das restrições, o telefone começou a tocar e a caixa de email a encher com reservas. 

“Reconhecemos que estávamos a arriscar um pouco, mas tinha que ser, porque uma estrutura destas não pode estar parada”. 

Nesta unidade hoteleira, alguns serviços não estão disponíveis, tais como o spa, mas a procura tem crescido, principalmente por parte de turistas portugueses. 

“O que noto é que o mercado é praticamente todo nacional, embora tenhamos alguns turistas espanhóis e franceses, mas são clientes habituais, que costumam cá vir”.&

 

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