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ENTREVISTA A LUÍS MIGUEL DO NASCIMENTO TEIXEIRA | ÁRBITRO

“Tive na arbitragem a sorte que não tive como jogador”

Luís do Nascimento deu os primeiros passos no futebol enquanto jogador. Agora, atua nos grandes palcos da Europa enquanto árbitro. À VTM, este mirandelense fala do seu percurso e das perspetivas para o futuro numa profissão que, na sua opinião, continua a ser pouco valorizada


Sempre estiveste ligado ao futebol. Já foste jogador, treinador e agora árbitro… 

Desde sempre o futebol foi a minha paixão e sempre tive o interesse de aprender e conhecer mais sobre este desporto. Com 18 anos, quando ainda jogava em Portugal, tirei o primeiro título de treinador de futebol. Já em Andorra fui jogador da E.U Santa Coloma e assumi também as funções de treinador da equipa dos iniciados.

Entretanto, em 2012 inscrevi-me no curso de iniciação de árbitros, sempre com o objetivo de aumentar os meus conhecimentos deste mundo que amo, o futebol. Jamais me tinha imaginado agarrar num apito e ir para dentro de um campo, até porque enquanto jogador a minha relação com o homem do apito nem sempre era das melhores (risos). 

Foi no mesmo ano que fiz o curso de árbitros que tive a primeira lesão grave, no joelho esquerdo (rotura dos ligamentos cruzados). O ano seguinte foi muito difícil entre recuperação, uma entorse no outro joelho e a quebra de um dente num jogo... sentia-me muito frustrado! 

Em 2013 mudei de clube para o campeonato em Espanha e tive de deixar de ser treinador, o

 

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