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Apanha da cebola...solidária

Habitantes da aldeia de Vila do Conde, no concelho de Vila Pouca de Aguiar, uniram-se, mais uma vez, para colher cebolas, numa iniciativa de cariz solidário.


O dia começou cedo para estes homens e mulheres. As cebolas estão prontas para serem apanhas e encabadas.

Na frente, um dos homens vai remexendo a terra, com a ajuda de uma forquilha, para trazer ao de cima as cebolas. Logo atrás, os restantes voluntários vão fazendo a escolha, porque há sempre uma outra que já não estão em condições para serem consumidas.

O mais novo dos voluntários chama-se André Santos, de 9 anos, e tem a sua função muito bem definida. "Eles dão-me as cebolas que têm de ser comidas mais cedo e eu ponho-as de parte". Sobre as vindas para o campo, "já costumo vir, e gosto", referiu à VTM.

Mais ao lado estava Esperança Regadas, de 72 anos. Já costuma vir ajudar e sobre a cebola diz "é muito boa". Para isso contribui "a terra bem trabalhada, o estrume e água, mas não em demasia".

Esta apanha da cebola decorreu numa horta solidária e tudo que sai daqui vai diretamente para o Centro Social e Comunitário Nossa Senhora de Fátima, situado mesmo ao lado. Ao todo, devem sair daqui entre 500 a 1000 quilos.

Presente na ação estiveram Alberto Machado, presidente da câmara municipal de Vila Pouca de Aguiar, e Paulo Santos, presidente da junta de freguesia de Valoura.

Notícia desenvolvida na edição de 17 de setembro de 2020

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