“Um dia a Venezuela vai mudar. Não há mal que dure mil anos”

Família de refugiados venezuelanos vendeu tudo o que tinha para viajar até Bragança, cidade escolhtida para reiniciar uma vida que lhes coube em duas malas e, sem nada, contou com o apoio de várias instituições e voluntários, nomeadamente do Serviço Diocesano das Migrações e Minorias Étnicas