Novo ano e a vida continua

Fazer pela vidinha é o dever de cada um de nós. Mal daqueles a quem possa faltar a coragem e a energia bastante para lutar pela sua autonomia, pelo seu bem-estar e dos seus.

Dum País que esteve à beira da bancarrota três vezes, desde que vive em democracia, pouco se pode esperar. Não, não sou pessimista. Simplesmente não acredito que nos próximos trinta anos a classe política se consiga regenerar. Os que agora estão a chegar ao poder não são melhores do que aqueles que nos conduziram à desgraça. Os desafios que temos pela frente apenas seriam vencidos com verdadeiros Estadistas, o que nós infelizmente não temos. Não adianta pois gemer. Seguramente importa lutar e denunciar os crimes. A corrupção, a incompetência, o clientelismo, os roubos, o oportunismo e a falta de vergonha são algumas das maleitas contra as quais temos de lutar. Acredito que alguma comunicação social

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