Congregando vários setores, o turismo, os vinhos e a gastronomia, num único mecanismo de desenvolvimento económico, social e cultural daquele edifício, Carlos Queirós, administrador, dá conta de uma série de ideias a implementar num futuro próximo. Com o objetivo de aliar a sigla TGV (Turismo, Gastronomia, Vinhos) à dinâmica das galerias, Carlos Queirós adianta que o espaço, que “tem estado deserto nos últimos anos”, vai rejuvenescer e dar uma nova vida ao centro histórico, com uma aposta na restauração, na hotelaria e ainda numa garrafeira.
“A nossa perspetiva é tornar o piso dos escritórios em alojamento local, fazer cerca de sete quartos de forma a fazerem frente à procura turística. Vamos contar com uma
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