Agostinho Chaves
Agostinho Chaves
Trata o jornalismo por tu. Colabora com a VTM há mais de 25 anos. Foi Diretor entre 2014 e 2019. Passou por meios de comunicação nacionais, como o Comércio do Porto e a Rádio Renascença.

Novos palcos

A existência de companhias nacionais em Lisboa é pacífica. Nas grandes capitais europeias as há também. Mas, entre nós, verifica-se que, sendo elas pagas pelos contribuintes todos, do Minho ao Algarve, de Miranda do Douro a Sagres, não estão ao dispor das populações de todo o país.

Quem quiser assistir a espetáculos da Companhia Nacional de Bailado, do Teatro Nacional D. Maria II ou do Teatro Nacional de São Carlos terá que se deslocar à capital.

Por isso, é um espanto e uma festa quando acontece o que agora foi anunciado por Tiago Rodrigues, diretor artístico do TN D. Maria II: a criação da “Rede Eunice” visa a digressão regular das suas peças pelos teatros municipais. Significa isso dizer-se que, em breve, teremos perto de nós algumas propostas mais inovadoras (clássicas ou contemporâneas) ao nível da representação dramática. Isso acontecerá de três em três meses, nos teatros municipais que sejam selecionados.

Por enquanto, numa fase inicial, serão três os teatros municipais que serão

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