Após dois dias de interrogatório, a juíza do Tribunal de Bragança decidiu aplicar a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva, aos três novos suspeitos de estarem envolvidos na morte do estudante cabo-verdiano, Giovani Rodrigues.
No entanto, esta medida pode ser substituída por prisão domiciliária se tiverem reunidas condições para tal.
A juíza considerou que existem “fortes indícios da prática em coautoria do crime de ofensa à integridade física qualificada e de um crime de homicídio qualificado consumado”.
A decisão sobre as medidas de coação, entregue em comunicado, refere que o “crime de homicídio qualificado consumado, em que foi vítima Giovani Rodrigues, é agravado pelo artigo 86, n. º3, do regime jurídico de armas e suas munições”.
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