Primeiro, pela noção clara da nossa realidade e da nossa forma de ser e de estar; segundo, pela constatação do crescente aumento dos níveis de conflito nas relações laborais; terceiro, pelo razoável conhecimento do modo como a maioria dos serviços funciona, gere, avalia e afere os seus níveis de produtividade e os dos seus trabalhadores; quarto, porque não obstante os nossos governantes nos virem dizer que existem vários estudos que apontam os efeitos benéficos que os feriados têm na atividade económica, não me recordo de nenhum deles se ter referido, em algum momento e em concreto, aos ganhos estimados de produtividade nem ao impacto da medida na economia portuguesa. E era precisamente isto que deveria
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