Mais do que nunca, actualmente, para desempenhar uma função na sociedade se quer uma boa preparação – já não basta a licenciatura, o mestrado e o doutoramento. Ainda bem que assim é: sinal que desejamos, em todos os sectores, perfeição e profissionalismo, em oposição à tão apregoada tendência dos portugueses para a improvisação.
Ora o que acontece, quanto à função de Pai? Será que se preocupam com uma adequada preparação? Se não o fazem é altura de começar pois que educar uma criança é mais que gerir uma fábrica – se esta for mal gerida vai à falência e perde-se dinheiro; se a educação de uma criança «falir», perde-se um potencial de valores irrecuperáveis.
A principal condição
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