Metáfora alguma poderia rotular melhor este Governo de José Sócrates, Eng.º e do Partido Socialista, S.A. (não, não é Sociedade Anónima, é Sem Alegre) que a “lenda” desse “…ponto de referência simbólico muito poderoso” que foi o transatlântico Titanic.
O colosso “insubmergível”, “indestrutível”, “o maior prodígio da engenharia do começo do século, famoso ainda antes de zarpar” consentia que quatro dos seus 16 compartimentos estanques do porão se inundassem, sem que, mesmo assim, se afundasse. De tal modo que, por desprestigiante e desnecessário, não tinha botes nem coletes salva-vidas suficientes para todos os passageiros.
Escusado será dizer que pereceram nesse naufrágio 75% dos pobres emigrantes que iam a bordo e 38% dos ricos.
A similitude da metáfora, passe
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