A lentidão do Governo na implementação das tão propaladas reformas, parece indiciar isso mesmo. Senão vejamos. Durante a última campanha eleitoral foram elencadas várias propostas, pelos partidos da atual coligação governativa, muitas das quais erguidas como bandeiras, sendo exemplos mais evidentes a redução drástica do número de deputados, institutos públicos, fundações, empresas municipais, administradores das empresas públicas (passando, em cada uma delas, a existir apenas três), eliminação de serviços públicos que pela sua natureza configurem sobreposição de funções, etc. Na prática nada disto foi feito, a não ser a publicação de uma listagem com alguns institutos públicos e direções – gerais a extinguir, um ou outro caso pontual de redução do número de administradores numa
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