É portanto este o momento certo para responder à pergunta.
Há pouco mais de cinco anos, em fevereiro de 2008, fiz, neste meu espaço, uma reflexão sobre os apoios comunitários e a sua distribuição pelo país. Não vou aqui recordar o que escrevi na altura, mas parece-me que basta recordar o título do artigo para facilmente se perceber as linhas dominantes do seu conteúdo:
“Região Norte na cauda de Portugal: Temos todos que reagir! ”.
Assim, naquela altura, a Região Norte encontrava-se na cauda da lista das regiões portuguesas, tendo em consideração o PIB por habitante, e dizia-se que as apostas para o período de programação de fundos comunitários entre 2007 e 2013, iam inverter estes
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