De imediato, diversas entidades se manifestaram contra este diploma, nomeadamente, a Ordem dos Médicos, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA) e a Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (APOGEN).
Este diploma vem de encontro ao que a Associação Nacional de Farmácias (ANF) tem defendido e que é dar ao farmacêutico a possibilidade de alterar a receita do médico, em violação flagrante das competências e da preparação de cada um. Os defensores desta alteração sustentam, não sabemos se por crença e fé, se baseados em estudos sérios e credíveis, que a medida permitiria poupar na factura dos medicamentos. Os médicos quando prescrevem uma terapêutica a um doente devem, primeiro avaliar o risco/beneficio, isto é, a eficácia
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