Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2025
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O Plano Estratégico dos Transportes

O Plano Estratégico dos Transportes (PET) surge neste momento como forma de atacar os crónicos défices de exploração do setor, que é responsável por uma dívida acumulada de cerca de 17 mil milhões de euros, fruto de anos de má gestão e de más decisões políticas. Postas de lado as questões de semântica – pois é no mínimo discutível a associação do termo “estratégico” ao curto horizonte temporal que lhe está associado (2011-2015) – importa olhar para este documento, acima de tudo, como um conjunto de ações destinadas a pôr alguma ordem num setor que corre o risco de falência se entretanto nada for feito.

Tendo em conta não só a situação atual do país e as perspetivas sombrias para os próximos anos, mas também o aumento dos impostos sobre o automóvel e a subida do preço dos combustíveis, é por demais evidente que o transporte público será, certamente, a forma privilegiada de muitas pessoas se deslocarem para o trabalho e para a escola. Por outro lado, a asfixia financeira dos municípios irá obrigá-los à descoberta de novas soluções que lhes permitam ganhar em volume aquilo que, neste momento, estão a perder por não conseguirem gerir de forma integrada e coerente o transporte urbano, o transporte escolar, o transporte regular de passageiros e o transporte flexível, este último mais vocacionado

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