Sem querer tomar partido por qualquer das partes envolvidas nesta polémica, não posso, apesar de tudo, ficar indiferente a todo o envolvimento que esta matéria suscita, devendo, contudo, ser analisada, desapaixonada e reflexivamente, sempre numa perspectiva de inserção local, sem bairrismos estéreis mas colocando acima de tudo, os interesses da população escolar propriamente dita. Assim sendo, julgo que, pelos dados de que disponho, e pela análise dos vários argumentos apresentados, sou levado a concluir que esta decisão assenta em motivações fundamentalmente economicistas, embora as justificações esgrimidas pela Ministra da Educação tentem escamotear esta questão. Como prova daquilo que afirmamos, está o facto de o Governo, durante algum tempo, ter feito passar a mensagem, nos órgãos
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