Conforme noticiou o jornal “O Sol” de 19 de Agosto, muitas destas medidas foram sugeridas pelas administrações hospitalares a quem o Ministério da Saúde solicitou sugestões para cortes na despesa. Evidentemente que os cortes não vão ficar por aqui e proximamente surgirão novas propostas para reduzir a despesa no SNS. Uma das principais facturas da saúde é a relativa aos medicamentos. Aqui há muito desperdício e é possível poupar uns milhões. O aumento progressivo da utilização de genéricos, a unidose, a racionalização de medicamentos oncológicos e da SIDA, tudo obedecendo a critérios estritamente clínico-científicos, vai permitir baixar significativamente os custos com os tratamentos farmacológicos.
A nível dos recursos humanos, é possível a redução da despesa,
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