A 15 foi a manifestação nacional da dignidade ferida, do orgulho nacional insultado, do direito espezinhado, da vida destruída, do grito por dar dos que foram esbulhados do que legitimamente lhes pertencia, da impotência face a uma justiça que deixa à solta gatunos e corruptos (chegando ao desvario de negar a sua existência), do imenso nojo pela partidocracia instalada, da indignação pelas seitas secretas e criminosas que estendem os tentáculos venenosos por toda a parte, da imensa raiva contida (por enquanto).
O dia 21 foi o dia da prova final de que o Presidente da República é, acima de tudo e antes de mais nada, um manobrista em favor do seu partido e dos seus interesses
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