IgrejaOficinas de Oração e Vida em Constantim

Oficinas de Oração e Vida em Constantim

Antes do final da Eucaristia Dominical do passado dia 18 de fevereiro (Domingo I da Quaresma), presidida pelo pároco, Pe. Ricardo Pinto, a Comunidade Paroquial de Constantim teve oportunidade de escutar o testemunho das seis paroquianas que realizaram uma Oficina de Oração e Vida, orientadas pelas guias: Filomena Barros e Maria do Patrocínio, da Coordenação Local das Oficinas de Oração e Vida – Vila Real.

As Oficinas de Oração e Vida são um serviço eclesial, de caráter eminentemente leigo, que foi fundado por Frei Ignácio Larrañaga (Franciscano) em 1984. Constam de quinze sessões, cada uma com duas horas de duração, são realizadas semanalmente, e das quais constam: Silenciamento | Mensagem: gravada pelo Frei Ignácio | Palavra: Bíblia | Modalidade: diferentes maneiras de nos relacionarmos com Deus, na Oração | Vivência: viver durante toda a semana no espírito da mensagem da sessão anterior. Há, também, um dia de deserto, e terminam com a Eucaristia de Ação de Graças.

As sessões são dirigidas por um(a) ou mais guias, cuja missão consiste em colocar em prática o espírito e os conteúdos do Manual, à frente dos quais há uma Coordenação local (cuja função é autorizar, organizar e controlar a marcha das Oficinas). Existem, ainda, as Coordenações nacionais, zonais (vários países) e a Coordenação internacional.

Dos testemunhos ouvidos no passado domingo: «Gostei de ouvir o Frei Inácio, porque através das suas mensagens, aprendi muito da vivência com Deus e com o meu próximo» (Angelina Assunção). «Sinto-me mais livre e feliz, e quero levar esta felicidade a outras pessoas.» (Angelina Rego). «Dou graças a Deus porque me chamou a viver estes momentos semanais, que embora breves, me ajudaram muito espiritualmente» (Celeste Valente). «Agradeço ao Senhor, às Guias e ao fundador deste serviço, Frei Ignácio Larrañaga, o terem-nos proporcionado a oportunidade de melhor entender a Sua Palavra, na Bíblia…» (Conceição Sousa). «Nas dificuldades que me aparecerem, aprendi a fazer esta pergunta: “Que faria Jesus no meu lugar?”» (Glória Moura). «Aprendi a dar mais de mim e daquilo que possuo aos outros, a lidar com o próximo com outros olhos.» (Joaquina Ledo).

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