Mais ampla do que a antiga fronteira dos Povos promíscuos, da velha Galiza que tem hoje a juventude do primitivo Reino Galego, esta ampla região luso-transmontana nunca se desentendeu, apesar dos artificialismos fronteiriços que nenhum convénio desfaz, quando a Terra é a mesma e a alma humana se funde e confunde por cada geração que passa. Há oito anos, como há oito séculos, a geração que preside aos destinos desta aldeia global, criou o Fórum Luso-Galaico. Tem hoje 120 pessoas de lá e de cá que se identificam pelos usos e costumes, pela gastronomia, pela região, pela ancestralidade e também pela esperança de mais oito séculos, tão unidos como hoje. Essa gente de ambos os
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