A marca UNESCO, segundo a perspetiva e discurso dos oleiros tradicionais, “não trouxe, até à data, nenhuma vantagem direta reconhecida, além do acesso à matéria-prima”, revela o estudo, adiantando que esta perceção negativa do processo, “surge por entenderem não ter beneficiado como e onde previam, e haviam proposto no plano de salvaguarda feito aquando da candidatura a Património da UNESCO”.
As peças produzidas pelos oleiros estão expostas no posto de turismo, nos museus, e em alguns restaurantes e hotéis, sobretudo na cidade de Vila Real, mas estas são vendidas pelos oleiros diretamente ao consumidor/turista, “não existindo nenhuma estrutura organizada que encaminhe visitantes de forma sistemática aos postos de venda”, sublinha o investigador.
Já os “representantes das instituições
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€




