O que deveremos entender por orgulho?
Será sentirmo-nos confortados por acontecimentos que nos prezam e enchem de alegria? Ou, pelo contrário, será o pecado capital que nos conduz ao egoísmo e à vaidade de nos sentirmos ímpares e superiores aos demais? Será uma marca registada da personalidade identificadora dos nossos sucessos ou uma desculpa esfarrapada para justificar os nossos fracassos?
Houve duas circunstâncias que podem fazer-nos refletir acerca disto. Em jogos de futebol recentemente disputados na I Liga, os treinadores de duas equipas que foram profundamente derrotadas por uma outra (no caso os do Moreirense e do Belenenses, derrotadas que foram, por 1-6 e 0-5, face ao Benfica) salientaram, no final dos respetivos jogos, o seu orgulho
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