Não foi só isso. O ano ficou também marcado pela tormenta diária da crise económica, que não deu tréguas a muitos povos. Fecharam-se milhões de postos de trabalho e o número de desempregados aumenta a cada dia; vários Estados endividaram-se até os ossos e estão perto da insolvência; os desequilíbrios estruturais chegaram a limites nunca vistos; os deficits sufocaram as contas dos governos – e o colapso financeiro tornou-se uma ameaça real.
Não se vislumbram sinais de “milagre”… Foi como se Deus não se tivesse compadecido com as crianças famintas da África, que, aos bandos, atravessaram as fronteiras à procura de comida; nem com os jovens que foram vítimas da violência nos arredores de Oslo;
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