Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021
Mário Lisboa
Tenente-Coronel da Força Aérea. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Os incêndios florestais e os meios aéreos para o seu combate

Todos os anos nesta época temos infelizmente um problema chamado incêndios.

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Há cerca de três anos, escrevemos um artigo sobre a EMA (Empresa de Meios Aéreos) situada em Ponte de Sor, tendo como base o Aeródromo local, que funciona apoiado por um centro constituído por uma sala de operações, com cartas e informação sobre as manchas florestais, e pontos de água existentes na zona. Tem também uma sala de refeições e outros apoios logísticos para que a sua missão seja levada a contento.

Este ano, o dispositivo aéreo contempla, tanto para ataque inicial como ampliado (quando o fogo já se propagou), seis aviões bombardeiros médios, dois bombardeiros pesados (Canadair), 28 helicópteros bombardeiros ligeiros (Ecureuil), oito helicópteros bombardeiros médios (Bell 212 ou equivalente) e um helicóptero bombardeiro pesado

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