Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
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Ourives assaltado e baleado com três tiros

Foram momentos de angústia e de pânico aqueles que ocorreram em frente da casa de um ourives de Chaves, situada na Avenida do Tâmega. Tudo aconteceu por volta das 7.45 horas, quando um grupo de três indivíduos encapuzados barrou, com a sua viatura, a saída da garagem de Carlos Soriano, quando este se preparava para […]

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Foram momentos de angústia e de pânico aqueles que ocorreram em frente da casa de um ourives de Chaves, situada na Avenida do Tâmega. Tudo aconteceu por volta das 7.45 horas, quando um grupo de três indivíduos encapuzados barrou, com a sua viatura, a saída da garagem de Carlos Soriano, quando este se preparava para sair, ao volante do seu carro que levava muitos artigos em ouro, para a Feira de Chaves. De dentro da primeira viatura, saíram os assaltantes que, de caçadeiras de canos serrados em punho, o obrigaram a sair do carro. Como o empresário se recusou sair, um dos assaltantes alvejou-o, com três tiros que o atingiram na região abdominal e nas pernas. A sua esposa, Amélia Alves, testemunhou o que se estava a passar. Ainda começou a arremessar algumas pedras, da sua varanda, mas um dos encapuzados apontou-lhe a arma, pelo que teve de se esconder. Apesar de ferido e a sangrar, Carlos Soriano não saiu do carro e lutou com um dos ratoneiros, tirando-lhe o capuz. Já com o seu carro na posse dos assaltantes, em movimento, ainda se agarrou a uma das portas, mas estatelou-se no chão. Segundo Amélia Alves, “ainda teve forças para conduzir o carro de uma sobrinha, para perseguir os assaltantes, até Vilela Seca (a cerca de sete quilómetros do local do assalto). Ferido e transtornado, recusou-se, depois, a entrar na viatura do INEM, valendo a acção de alguns agentes da PSP de Chaves e familiares, para o fazer mudar de ideias. Foi operado, no Hospital Distrital de Chaves. Segundo Amélia Alves, “o meu marido está livre de perigo e já falou. Lembra-se de tudo!”.

A viatura de Carlos Soriano apareceu calcinada, na aldeia espanhola de Rabal, a cinco quilómetros da fronteira, num sítio descampado, a que se chega por um estradão, em terra batida. A outra viatura utilizada pelos assaltantes também apareceu calcinada, próximo de Verin.

O prejuízo, para o ourives, ascende a muitos milhares de euros.

A PJ está a investigar este caso.

De referir que, na noite anterior, uma ourivesaria de Chaves tinha sido alvo de tentativa de assalto.

 

Jmcardoso

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