Humberto Coelho, de 42 anos, é padre em Carrazeda de Ansiães e bombeiro voluntário em Mirandela. Em ambas as funções, está habituado a lidar com situações menos boas, incluindo a morte. Diz que já cumpriu dois sonhos, ser padre e ser bombeiro, mas que ainda lhe falta um: ser maquinista de comboios. “Ainda tenho esperança que alguém me deixe conduzir um”, revelou à VTM.
Com formação em primeiros socorros, foi um episódio, em dezembro de 2018, que o fez querer comprar um desfibrilhador. “Como padre, já tive de sepultar muitas pessoas, de várias idades, devido a morte súbita. Mas no final do ano passado, um paroquiano morreu à minha frente e eu não o consegui ajudar.
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