As obras de arte devem ser algo mais que técnica, devem despertar os nossos sentidos, devem ser capazes de nos atrair, de nos prender e de nos fazer descobrir os mais nobres dos nossos sentimentos. Neste sentido, talvez a definição mais adequada a esta realidade e a que provavelmente será melhor perceptível por todos, e por conseguinte, mais bem aceite, é a de Clive Bell que associa a obra de arte à capacidade “de poder produzir uma emoção estética nos espectadores sensíveis… O poder para produzir uma emoção estética é inerente à forma significante”. Evidentemente, que o observador tem que ter conhecimento. Na arte visual, é preciso ter “um sentido da forma, da cor e
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