Um atentado que viria a ficar para a história como o “maior e o mais chocante” da democracia portuguesa, com o movimento fascista MDLP (Movimento Democrático de Libertação de Portugal) a ser julgado pelo tribunal como o autor da criminalidade.
Padre Maximino Barbosa de Sousa, de 33 anos, e Maria de Lurdes, de apenas 16 anos, foram vítimas de uma das maiores guerrilhas ideológicas e políticas portuguesas, que marcaram o processo de transição democrática do nosso país. De ideologia política de Esquerda, o padre Max era candidato independente a deputado, na altura, na lista da UDP (União Democrática Popular), dava aulas de Língua Portuguesa e de Francês na Casa da Cultura da Cumieira e era, como
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