Vila RealPassaram 42 anos após o assassinato do Pe. Max e Maria de Lurdes

Passaram 42 anos após o assassinato do Pe. Max e Maria de Lurdes

Fez, na segunda-feira, 42 anos que o padre Max e a sua aluna Maria de Lurdes foram brutalmente assassinados aquando uma explosão de uma bomba, no carro em que seguiam, entre a Cumieira e Vila Real.

Um atentado que viria a ficar para a história como o “maior e o mais chocante” da democracia portuguesa, com o movimento fascista MDLP (Movimento Democrático de Libertação de Portugal) a ser julgado pelo tribunal como o autor da criminalidade.

Padre Maximino Barbosa de Sousa, de 33 anos, e Maria de Lurdes, de apenas 16 anos, foram vítimas de uma das maiores guerrilhas ideológicas e políticas portuguesas, que marcaram o processo de transição democrática do nosso país. De ideologia política de Esquerda, o padre Max era candidato independente a deputado, na altura, na lista da UDP (União Democrática Popular), dava aulas de Língua Portuguesa e de Francês na Casa da Cultura da Cumieira e era, como

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