Vila RealPedras do Alvão podem reescrever história da escrita

Pedras do Alvão podem reescrever história da escrita

Aberto de segunda a domingo, o Museu de Arqueologia e Numismática dispõe de um vasto espólio, onde estão albergadas algumas das pedras do Alvão, peças que podem ter originado o alfabeto mais antigo da Península Ibérica

Algumas das pedras que podem vir a questionar a origem da introdução da escrita na Península Ibérica estão expostas no Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real, num núcleo designado por “Os Objetos da Polémica”, integrado na exposição permanente de arqueologia. As pedras do Alvão têm mais de cinco mil anos, podendo ser um dos candidatos a alfabeto mais antigo do mundo, se um dia se vier a confirmar a sua autenticidade.

Nos finais do séc. XIX, dois párocos encontraram junto a um dólmen, monumento megalítico tumular e coletivo, no Alvão, uma série de pedras esculpidas e gravadas com símbolos semelhantes às descobertas em Glozel, França. José Brenha e Rafael Rodrigues tinham afinal encontrado um

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