Manuel Sequeira é um dos queixosos. “Quando andaram a colocar as placas já os tinha chamado à atenção para o facto de não ser o Lugar do Pinhão, mas sim a Rua da Atafona. A informação está errada e deve ser corrigida. Por outro lado, não entendo como se diz que o Lugar do Pinhão acaba, quando as pessoas ainda nem sequer entraram na vila! Há turistas que ficam admirados com esta situação”.
Uma versão diferente tem o presidente da Junta de Freguesia do Pinhão, Pedro Perry. “A sinalética que está foi colocada pela Câmara Municipal de Sabrosa. Como se sabe, o rio Pinhão divide os concelhos de Sabrosa e Alijó, ora o lugar do Pinhão em causa fica na margem oposta à vila e pertence à freguesia de Gouvães do Douro, por isso as indicações estão bem. Contudo, reconheço que é um excesso de zelo. Dada a profusão de placas já existentes no local, não era necessária a implantação de mais. Ou seja, em vez de se reduzir, ainda se aumentou o número de placas”.
O presidente da Junta de Freguesia de Gouvães do Douro, António Pinheiro, também se mostrou descontente com esta situação. “De facto já tem existido alguma polémica sobre as placas. Já contactei a Câmara, que me disse que iria resolver o problema com a colocação de um painel, onde seriam colocadas todas as placas de informação”.
A questão da ordenação da sinalética turística da região é uma das preocupações das autarquias e organismos de turismo. Em alguns locais são patentes exemplos de mau gosto, daí a necessidade de um ordenamento da mesma sinalética.


