Vou começar por um texto da autoria do Arquitecto Varandas, recentemente publicado no nosso jornal. Especificamente pela passagem do livro que ele refere que um oficial português nada mais pode fazer que pegar no seu avião, arriscando a sua própria vida e colocar na mata, em local de difícil acesso, um militar que combateu ao nosso lado, debaixo da nossa bandeira. A primeira coisa que eu posso dizer é que isto me tocou particularmente. Vejamos porquê. Em 1974 quando eu prestava serviço militar na Guiné, ao serviço da Pátria, concretamente na ilha de Bolama – Centro de Instrução das tropas africanas, assisti à passagem de testemunho das nossas tropas para os militares do PAIGC. Felizmente,
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