“Neste momento atribuíram-me um médico porque sou diabética e tenho de ser acompanhada. Mas a lista de espera é muito grande”. As palavras são de Alicia Barros, uma das utentes sem médico de família e com quem falámos nas ruas de Favaios.
O seu marido, João Lopes, está com o mesmo problema. “Já estou em fila de espera há um ano. Se precisar de fazer exames tenho que tentar a consulta aberta ou ir às urgências”, confessa.
Alicia e João são apenas dois dos cerca de 1500 de utentes que, neste momento, estão sem médico de família em Alijó. Um problema que se agravou depois da profissional de saúde responsável pela freguesia se ter reformado.
“A Dra. Evangelina
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