Somos um país de confusões. Talvez porque somos ignorantes, em demasia. Complicamos tudo o que é simples e simplificamos o complexo. A ignorância tem destes atrevimentos. Mas, se, por um lado, a ignorância tem cura, por outro duvido que a epidemia dos oportunistas alguma vez tenha vacina.
Uma das mais famigeradas confusões onde navega a nossa apetecida cultura popular é este fenómeno “pimbalheiro” que nos entra, portas dentro, sem pedir licença, com todos os salvo-condutos dos maiorais da nossa comunicação social. Falo, como é óbvio, da arte (arte?) “pimba” que está a penetrar por todos os poros da cultura lusa. O seu lado mais fulgurante é o musical, com toda aquela procissão de cantores e
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