Desde há muito que vivia intrigado sobre a maneira de ser dos portugueses, nas suas vertentes políticas, sociais, ideológicas, religiosas, familiares… e, sem que se tornasse uma obsessão, procurava respostas às perguntas: Quem somos? Porque nos comportamos assim?
De entre todas as respostas que fui recebendo, houve uma que foi a que achei mais plausível e, porventura, mais autêntica.
Em conversa com um dos maiores historiadores do nosso tempo que nos tem proporcionado momentos inesquecíveis, mas cujo nome não posso divulgar, por lhe não ter pedido autorização para o fazer, perguntei: “Professor, porque somos assim?”.
A resposta veio, rápida e incisiva: “Sabe, Sr. Olivério, desde sempre houve conservadores que tentaram resistir às grandes civilizações Gregas, Romanas que se
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