Em comunicado, a autarquia explica que dentro da cidade e na grande maioria das outras vias, a circulação automóvel foi “sempre possível”, desde que “feita com os necessários cuidados por parte dos condutores”. “Todas as demoras na circulação automóvel foram devidas a dezenas de pequenos acidentes rodoviários e perdas de tração automóvel, normais nestas condições e impossíveis de evitar. Uma vez que esta situação ocorreu de uma forma disseminada e que todas as vias se encontravam na mesma situação, seria impossível encontrar vias alternativas”.
Para fazer face às cerca de 90 ocorrências que existiram até às 4h00 da madrugada de hoje, estiveram envolvidos “40 elementos dos corpos de bombeiros e 12 trabalhadores do Município, apoiados 25 viaturas (aproximadamente 20 dos corpos de Bombeiros e 5 do município, sendo que 4 destes limpa-neves)”.
Nos cerca de 1.700 quilómetros percorridos por estas viaturas “foram espalhadas aproximadamente duas toneladas de sal nas vias”, revela o comunicado da autarquia.
Esta situação afetou todo o território, todos os cerca de 50.000 habitantes do concelho e os cerca de 1.000 km de vias rodoviárias, entre caminhos rurais, estradas municipais e arruamentos urbanos, sendo impossível acudir a todas as situações de emergência simultaneamente.




