Muitas vezes, antecipadamente preparados, acabam por saírem quase culpados daquilo que não fizeram.
Esta é, infelizmente, uma situação quase diária, que urge em ser resolvida. Por outro lado, torna-se cada vez mais difícil, o recrutamento de pessoal para as duas instituições, pois, também a remuneração que auferem não é de perto nem de longe atrativa, pese embora a sua identidade nos problemas de segurança, à qual não descura, solicitando superiormente o subsídio de risco devidamente aumentado num valor ridículo de 69 euros.
A vida, a integridade física, a solubridade dos profissionais da GNR e PSP, que auferem um rendimento um pouco acima do ordenado mínimo nacional, sem outro real rendimento que possa acautelar a especificidade, a penosidade, o desgaste, o risco da função.
Não se vislumbrava bom futuro, para estas corporações essenciais, diria mesmo vitais para a sociedade.
Finalmente, nos últimos concursos para elementos a integrar estas forças, não houve o número de candidatos suficientes para que a seleção tivesse o grau de exigência suficiente e necessário para o preenchimento de todas as vagas abertas.
É preocupante esta situação que se agrava dia a dia .



