Quinta-feira, 29 de Setembro de 2022
Mário Lisboa
Mário Lisboa
Tenente-Coronel da Força Aérea. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

PSP e GNR andam a ser maltratadas

Diariamente, os órgãos de Comunicação Social deste País em que vivemos, dão-nos relatos terríveis de agressões e até homicídios dos agentes de segurança acima referidos, que no cumprimento da sua missão se vêm desrespeitados, insultados etc. Mal podem defender-se, sujeitando- se à vergonha de serem submetidos a julgamentos formais.

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Muitas vezes, antecipadamente preparados, acabam por saírem quase culpados daquilo que não fizeram.

Esta é, infelizmente, uma situação quase diária, que urge em ser resolvida. Por outro lado, torna-se cada vez mais difícil, o recrutamento de pessoal para as duas instituições, pois, também a remuneração que auferem não é de perto nem de longe atrativa, pese embora a sua identidade nos problemas de segurança, à qual não descura, solicitando superiormente o subsídio de risco devidamente aumentado num valor ridículo de 69 euros.

A vida, a integridade física, a solubridade dos profissionais da GNR e PSP, que auferem um rendimento um pouco acima do ordenado mínimo nacional, sem outro real rendimento que possa acautelar a especificidade, a penosidade, o desgaste, o risco da função.
Não se vislumbrava bom futuro, para estas corporações essenciais, diria mesmo vitais para a sociedade.

Finalmente, nos últimos concursos para elementos a integrar estas forças, não houve o número de candidatos suficientes para que a seleção tivesse o grau de exigência suficiente e necessário para o preenchimento de todas as vagas abertas.
É preocupante esta situação que se agrava dia a dia .

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