Apreensão, por ver o modo como o processo está a ser conduzido e as consequências que daí poderão advir para o futuro bom funcionamento da administração pública. Como agora só se fala em “cortar”, receia-se que esta reforma se resuma também a isso: cortar!
Sempre que ouvimos falar no recrutamento de trabalhadores e na nomeação de cargos dirigentes para a administração pública, vem-nos à memória um ex-ministro que, a propósito destes assuntos, disse um dia que as admissões e as nomeações são, por norma, feitas por camadas consoante a cor do partido que está no poder, seja na administração central ou na local. A Troika, com ou sem razão, numa das últimas visitas feitas a Portugal
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