Na última semana, fui um dos 70 jornalistas de toda a Europa que participei, em Bruxelas, a convite do Parlamento Europeu, no seminário sobre a reforma da Organização Comum de Mercado (OCM) do vinho, a qual estabelece novas regras, para os apoios comunitários, ao sector, na União Europeia.
Recordo que, inicialmente, a Comissão Europeia apresentou ao Parlamento Europeu um documento que, entre outras propostas, bastante polémicas, apontava para o arranque de 400 mil hectares de vinha, na União a 27.
Logo naquela altura, dei comigo a pensar como ficaria a paisagem duriense, se estas propostas fossem para a frente, porque, também no Douro, era possível que se arrancassem vinhas, pagas a valores situados entre os 7.174 €/hectare,
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