O 1º de novembro é dia de romaria aos cemitérios. Em ano de pandemia, várias autarquias do país decidiram encerrar as portas para evitar aglomerados e a propagação do vírus, mas o Alto Tâmega foi exceção.
“Acho bem que não tenham encerrado”, começou por dizer António Alves, à saída do cemitério municipal de Chaves. “É um dia simbólico, é evidente que teria que se abrir neste dia”.
Ana Mota é da mesma opinião. Apesar de visitar os seus entes queridos regularmente diz, visivelmente emocionada, gostar de vir neste dia pela “simbologia que tem” e confessa que, apesar das restrições, o dia não foi assim tão diferente. “Não está muito diferente. Acho que as pessoas vêm na mesma como
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