A notícia foi adiantada pelo presidente da câmara municipal, Rui Santos, que explicou que “há contas que não podemos encerrar, que se devem a empréstimos feitos anteriormente e ao facto de alguns funcionários terem os seus vencimentos com contas domiciliárias na CGD”, contudo, o autarca deixou claro que “o resto da relação comercial com o banco será minimizada em tudo que nos for possível”, tal como foi deliberado, por unanimidade, em reunião de câmara.
No entanto, Rui Santos aproveitou para lançar um desafio a todas as autarquias do interior do país, em forma de “contestação” com o fecho das agências neste território. O presidente vila-realense apela a que todos façam o mesmo.
“O meu desafio é que
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